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Fora de casa, São Paulo encara o Flamengo na volta do Brasileirão

16:48:00 Adicionar Comentários

Nenê é um dos pendurados do São Paulo no jogo contra o Flamengo (Foto: Rubens Chiri/saopaulofc.net)
Nenê é um dos pendurados do São Paulo no jogo contra o Flamengo (Foto: Rubens Chiri/saopaulofc.net)

Na volta do BR-18, o São Paulo tem um desafio à altura das suas tradições: encara o líder Flamengo - que está a apenas 4 pontos à frente na tabela do time tricolor, que é o atual terceiro colocado e empatado com o Atlético-MG com 23 pontos, mas o São Paulo perde nos critérios de desempate - Mesmo com muitos desfalques no Flamengo, passa longe de ser um jogo "fácil" para o São Paulo, que será realizado no mítico Maracanã - depois de tanto tempo desativado, o clube carioca fez um acordo de utilização por no mínimo 25 jogos no ano, que inclui Campeonato Carioca, Libertadores e Copa do Brasil (caso chegar às fases decisivas, obviamente), clássicos cariocas onde o Flamengo for mandante no Brasileiro e jogos de grande repercussão como é o caso desse Flamengo x São Paulo -.

O São Paulo só tem os desfalques de Lucas Fernandes e Rodrigo Caio, tem a boa notícia do meia equatoriano Joao Rojas inscrito e que fará sua estreia exatamente nesse jogo, o atacante uruguaio Gonzalo Carneiro (inscrito com a camisa 19) enfim foi relacionado e muitas são as notícias boas que rondam o Morumbi, dentro e fora de campo, algo que ajuda muito na hora do jogo, claro que não é vitória certa, mas as chances aumentam bastante quando o psicológico trabalha a favor.

Algo que preocupa não só para o jogo contra o Flamengo, mas também para o clássico de sábado contra o Corinthians - informação dada pelo site Globoesporte.com - é o alto número de jogadores pendurados do São Paulo: 8  - quase um time inteiro - .

Abaixo as informações do jogo:

Local: Maracanã, no Rio de Janeiro
Data e horário: quarta-feira, às 21h45 (de Brasília)
Escalação provável (São Paulo): Sidão; Éder Militão, Arboleda, Anderson Martins e Reinaldo; Jucilei, Hudson e Nenê; Rojas, Everton e Diego Souza
Desfalques: Lucas Fernandes e Rodrigo Caio
Pendurados: Jucilei, Hudson, Nene, Militão, Liziero, Everton, Arboleda, Sidão e Régis
Arbitragem: Paulo Roberto Alves Júnior apita, auxiliado por Pedro Martinelli Christino e Luciano Roggenbaum, todos do Paraná

Rumo à vitória, São Paulo!

                                 
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                          por @ManoelRocha4
 

São Paulo apresenta novas camisas e acerta últimos detalhes para enfrentar o Flamengo

22:47:00 Adicionar Comentários
Aloisio posa com novo uniforme do São Paulo, ao lado do ídolo (e ex-jogador) Kaká, Nenê e outros jogadores do atual elenco (Foto: Marcos Ribolli)
Aloisio posa com novo uniforme do São Paulo, ao lado do ídolo (e ex-jogador) Kaká, Nenê e outros jogadores do atual elenco (Foto: Marcos Ribolli)

Depois da parada para a Copa do Mundo, o torcedor tricolor foi vendo aos poucos as notícias sobre o clube ganharem força: contratação do meia direita  equatoriano Joao Rojas e do lateral-direito Bruno Peres (este último por empréstimo da Roma-ITA até dezembro de 2019 com possibilidade de compra), além da disputa de jogos-treino contra o Red Bull - os titulares empataram por 1x1 e os reservas venceram por 1x0, gol de Gonzalo Carneiro -, além de jogos contra a equipe sub-20 e de aspirantes do time e jogos-treino que os titulares venceram o São Bento por 1x0 e os reservas o São Caetano pelo mesmo placar - o primeiro foi na quarta à noite e o segundo horas às 9h, horas antes da Adidas lançar as novas camisas do clube - .

Kaká e Aloísio Chulapa com torcedores no Morumbi (Foto: Marcos Ribolli)
Kaká e Aloísio Chulapa com torcedores no Morumbi (Foto: Marcos Ribolli)

A uma semana de enfrentar o Flamengo na volta do Brasileirão, o São Paulo ao mesmo tempo que estava realizando jogos-treino para aumentar o entrosamento da equipe - e devolver ritmo de jogo -, a Adidas, fornecedor de material esportivo do clube, resolveu lançar as novas camisas de jogo do time para a temporada - no fim do mês passado, já tinha lançado a de treino -.

Kaká e Aloísio Chulapa comandaram o evento no Morumbi, mostrando as novas camisas 1 e 2 do time, além das de goleiro: particularmente eu achei as camisas lindas, embora muito torcedor tricolor novamente tenha criticado e ainda me pergunto o motivo de tanta acidez: se é outro fornecedor, querem Adidas, conseguiu Adidas, nada está bom e por aí vai...

Kaká apresenta evento dos novos uniformes do São Paulo (Foto: Marcos Ribolli)
Kaká apresenta evento dos novos uniformes do São Paulo (Foto: Marcos Ribolli)

O torcedor tanto quis as faixas no peito - reclamação antiga e justa, aliás, para que os patrocinadores não ficassem acima do distintivo do clube - e conseguiu isso.

Assim como o clube se prepara para o confronto contra o Flamengo, apresentando uniforme novo e contratando reforços, sem ocorrer o desmanche do time - parabéns não só à diretoria de futebol comandada por Raí, Ricardo Rocha e Lugano, mas porque não estender a Leco, que teve um pouco de "lucidez" (se  é que se pode dizer isso dele diante de tudo que ocorreu antes) por mudar de postura e permitir que o time continuasse evoluindo.

O clube já tinha vendido Petros para o futebol árabe e concretizou a venda de Cueva para o Krasnodar (RUS) por 8 milhões de euros - pode chegar a 10, com bonificações - e agora  totalizou aproximadamente esse ano 100 milhões de reais em vendas de jogadores, mas diferentemente do ano passado, sempre com aqueles que estavam na reserva ou até mesmo não vinham sendo utilizados, de modo que a espinha dorsal do time seja mantida: com as vendas, abre-se espaço não só para futuras contratações, como também para revelação de novos jogadores da base.

Rumo à vitória, São Paulo!

                                                                               
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A Mercedes não sabe perder?

09:40:00 Adicionar Comentários

O maior arranca rabo do automobilismo mundial no final de semana, ocorreu na etapa de Silverstone do Mundial de Fórmula 1. Logo após a largada, Lewis Hamilton que havia largado mal, tentava recuperar terreno perdido e foi tocado por Kimi Raikkönen na curva 3.

Na minha humilde opinião, Kimi que estava na parte interna da curva, freiou no limite extremo do carro para evitar o contato com Lewis, tanto que o 'Iceman' acabou travando a roda dianteira direita. Evitou ao máximo o toque, mas infelizmente ocorreu.

Ambos os pilotos foram prejudicados, em especial Hamilton. Vindo da última posição e com avarias no assoalho de seu carto, o piloto inglês galgou rapidamente as posições, e logo se recolocou no top-6 real da prova e categoria na atualidade, e no fim das contas acabou chegando em 2°.

Raikkönen sofreu uma punição de 10s - de certa forma injusta -. Foi um lance de corrida, mas cabível de punição. Mas há duas etapas, Sebastian Vettel deu um toque de danos e prejuízos maiores em Valtteri Bottas, logo após a largada do GP da França em Paul Ricard. Na ocasião, o piloto alemão da Ferrari teve um melhor resultado que o finlandês da Mercedes (5° x 7°), e uma punição INFERIOR a de Kimi, com 5s de penalidade.

Falta de critério por parte da Federação Internacional de Automobilismo? Total! A FIA até se posicionou logo após o entreveiro na França, dizendo que exigiria maior rigor por parte de seus comissários. De fato, o rigor foi aplicado e isso foi notado na punição aplicada ao campeão mundial de 2007. Mas o problema é que o toque de Vettel foi mais intenso e danoso, e no fim das contas, resultou em 'lucro' ao Vettel. Ou seja, deu certo 'tilt' nos comissários.

Isto posto, vamos ao segundo ponto da 'treta'. Que é por parte da Mercedes. A equipe alemã acusa o piloto da Ferrari de ter premeditado o toque para beneficiar seu companheiro de equipe. Toto Wolff, Team Principal da esquadra alemã, foi uma das pessoas mais incisivas a respeito.

“Foi um incidente de corrida com o Räikkönen. Paul Ricard foi a primeira vez em que fomos acertados e essa foi a segunda. Estamos falando de muitos pontos de Construtores. E isso só pode ser algo deliberado ou incompetência. Isso nos leva a fazer um julgamento”, completou Wolff.

Houveram prejuízos sim. Mas Nada proposital. Acho que a turma das flechas de prata, não está sabendo lidar com uma forte concorrência que antes não havia.

Não vejo algo premeditado nas tamanhas situações. Vettel errou, e jamais acertaria propositadamente Bottas, ou qualquer outro piloto. Foi um erro fora dos padrões de um dos tetra campeões da F1. Prefiro concordar com o 'chefão' alemão no aspecto positivo da questão.

“Foi uma recuperação incrível do Lewis. Ele estava em último e o segundo lugar foi o máximo que poderíamos alcançar para limitar nossos danos. Foi uma pilotagem fantástica dele”, encerrou Wolff.

Niki Lauda de forma mais comedida, também se mostrou contrário aos incidentes.

"O acidente foi injusto. Foi a segunda vez que uma Ferrari nos acertou na primeira curva. Isso não é engraçado", disse o consultor da equipe alemã.

O dia em que existir acidente justo, que se mudem as normas do automobilismo. Acidentes e incidentes fazem parte da vida. Não tolerá-los é algo no mínimo estranho.

Já pela parte ferrarista da situação, além de Raikkönen que pediu publicamente e pessoalmente desculpas à Hamilton, Sebastian Vettel se posicionou a respeito.

“É bobagem pensar que o que aconteceu foi deliberado”.

 
“Não acho que houve uma intenção e acho até mesmo que é desnecessário falar disso” afirmou Vettel.

Vettel foi simples, polido e perfeito. Evitou qualquer polêmica, assim como Valtteri Bottas que evitou comentar lado A ou B no caso.

Já o Team Principal da Ferrari, Maurizio Arrivabene, deu uma opinião mais quente sobre as acusações.

"Quem é incompetente? Kimi? Quem é ele para julgar o que os pilotos estão fazendo no carro? Se ele realmente dissesse algo assim, deveria se envergonhar. Allison - James que acusou incompetência e premeditação nos casos - trabalhou em Maranello por muitos anos, mas agora estamos aqui na Inglaterra ensinando-o a ser um cavalheiro. Eu aceito isso do Jacques Villeneuve [hoje comentarista da Sky Itália] porque ele era um piloto. Mas esse cara?", afirmou o chefe de equipe à Sky Sports Itália.

Em resumo, uma guerra de opiniões, com derrota para a Mercedes. Já diria Téo José: " Segue o fluxo!".






Foto: Reprodução







por: Leonardo Bueno

A Mercedes não sabe perder?

09:39:00 Adicionar Comentários

O maior arranca rabo do automobilismo mundial no final de semana, ocorreu na etapa de Silverstone do Mundial de Fórmula 1. Logo após a largada, Lewis Hamilton que havia largado mal, tentava recuperar terreno perdido e foi tocado por Kimi Raikkönen na curva 3.

Na minha humilde opinião, Kimi que estava na parte interna da curva, freiou no limite extremo do carro para evitar o contato com Lewis, tanto que o 'Iceman' acabou travando a roda dianteira direita. Evitou ao máximo o toque, mas infelizmente ocorreu.

Ambos os pilotos foram prejudicados, em especial Hamilton. Vindo da última posição e com avarias no assoalho de seu carto, o piloto inglês galgou rapidamente as posições, e logo se recolocou no top-6 real da prova e categoria na atualidade, e no fim das contas acabou chegando em 2°.

Raikkönen sofreu uma punição de 10s - de certa forma injusta -. Foi um lance de corrida, mas cabível de punição. Mas há duas etapas, Sebastian Vettel deu um toque de danos e prejuízos maiores em Valtteri Bottas, logo após a largada do GP da França em Paul Ricard. Na ocasião, o piloto alemão da Ferrari teve um melhor resultado que o finlandês da Mercedes (5° x 7°), e uma punição INFERIOR a de Kimi, com 5s de penalidade.

Falta de critério por parte da Federação Internacional de Automobilismo? Total! A FIA até se posicionou logo após o entreveiro na França, dizendo que exigiria maior rigor por parte de seus comissários. De fato, o rigor foi aplicado e isso foi notado na punição aplicada ao campeão mundial de 2007. Mas o problema é que o toque de Vettel foi mais intenso e danoso, e no fim das contas, resultou em 'lucro' ao Vettel. Ou seja, deu certo 'tilt' nos comissários.

Isto posto, vamos ao segundo ponto da 'treta'. Que é por parte da Mercedes. A equipe alemã acusa o piloto da Ferrari de ter premeditado o toque para beneficiar seu companheiro de equipe. Toto Wolff, Team Principal da esquadra alemã, foi uma das pessoas mais incisivas a respeito.

“Foi um incidente de corrida com o Räikkönen. Paul Ricard foi a primeira vez em que fomos acertados e essa foi a segunda. Estamos falando de muitos pontos de Construtores. E isso só pode ser algo deliberado ou incompetência. Isso nos leva a fazer um julgamento”, completou Wolff.

Houveram prejuízos sim. Mas Nada proposital. Acho que a turma das flechas de prata, não está sabendo lidar com uma forte concorrência que antes não havia.

Não vejo algo premeditado nas tamanhas situações. Vettel errou, e jamais acertaria propositadamente Bottas, ou qualquer outro piloto. Foi um erro fora dos padrões de um dos tetra campeões da F1. Prefiro concordar com o 'chefão' alemão no aspecto positivo da questão.

“Foi uma recuperação incrível do Lewis. Ele estava em último e o segundo lugar foi o máximo que poderíamos alcançar para limitar nossos danos. Foi uma pilotagem fantástica dele”, encerrou Wolff.

Niki Lauda de forma mais comedida, também se mostrou contrário aos incidentes.

"O acidente foi injusto. Foi a segunda vez que uma Ferrari nos acertou na primeira curva. Isso não é engraçado", disse o consultor da equipe alemã.

O dia em que existir acidente justo, que se mudem as normas do automobilismo. Acidentes e incidentes fazem parte da vida. Não tolerá-los é algo no mínimo estranho.

Já pela parte ferrarista da situação, além de Raikkönen que pediu publicamente e pessoalmente desculpas à Hamilton, Sebastian Vettel se posicionou a respeito.

“É bobagem pensar que o que aconteceu foi deliberado”.

 
“Não acho que houve uma intenção e acho até mesmo que é desnecessário falar disso” afirmou Vettel.

Vettel foi simples, polido e perfeito. Evitou qualquer polêmica, assim como Valtteri Bottas que evitou comentar lado A ou B no caso.

Já o Team Principal da Ferrari, Maurizio Arrivabene, deu uma opinião mais quente sobre as acusações.

"Quem é incompetente? Kimi? Quem é ele para julgar o que os pilotos estão fazendo no carro? Se ele realmente dissesse algo assim, deveria se envergonhar. Allison - James que acusou incompetência e premeditação nos casos - trabalhou em Maranello por muitos anos, mas agora estamos aqui na Inglaterra ensinando-o a ser um cavalheiro. Eu aceito isso do Jacques Villeneuve [hoje comentarista da Sky Itália] porque ele era um piloto. Mas esse cara?", afirmou o chefe de equipe à Sky Sports Itália.

Em resumo, uma guerra de opiniões, com derrota para a Mercedes. Já diria Téo José: " Segue o fluxo!".






Foto: Reprodução







por: Leonardo Bueno

Conheça um local apropriado para resenha, 'danone' e esportes: Match Beer

09:29:00 Adicionar Comentários

Queridos amigos da Rede... não calma, não é esse o texto.

O Brasil caiu (coloquem aqui todos os trocadilhos que fizeram desde o começo da Copa) para a menina Bélgica na semana passada e apenas hoje sai uma matéria minha. A razão é simples: eu não queria uma análise tática vez que todos os programas possíveis e imagináveis já fizeram, também não queria ir no embalo de quem não jogou nada e de quem esperávamos demais.

Pois é, sempre esperamos demais. Esperamos porque a nossa história no futebol é digna da Rainha da Inglaterra mudar os fatos e falar que é mentira que foram eles que criaram o futebol e sim os brasileiros. Mas isso é história e não me parece ser o presente. Eu, Monique, autora deste pequeno texto, assumo aqui sem nenhum medo do que possam falar, que não torço para a seleção desde 2003. Não sou aficcionada por nenhuma outra, apenas tenho uma simpatia absurda pela Inglaterra vez que amo o Man. United. A pergunta a ser feita é: porque raios eu não torço para a seleção do meu país, eu não sou patriota? Sou sim, sou muito patriota, mas a minha seleção não é. 

Já repararam quantos jogadores fazem cara de "nem aí" quando perdem um jogo? Como a gente não ia nem se classificar para a Copa e tiveram que criar um salvador da Pátria para o Brasil não passar pela maior vergonha de sua história? Meus amigos, o 7x1 não seria nada perto de uma não classificação. O Tite foi o salvador e essa arrancada histórica a ponto de ser a primeira sulamericana a ser classificada colocou o famoso sarrafo lá no alto, daquela altura que só Yelena Isinbayeva conseguiria bater o recorde. 

Todos os sulamericanos caíram. Acho que nossa eliminatória não foi tão forte como pensamos, nossos adversários não eram tão fortes como os europeus. A Alemanha também fez seu fiasco (agradecerei o KPop eternamente por isso) mas não se trata dela esse texto. A Argentina caiu, mas caiu magoada, os jogadores que não atuam na Argentina saíram P* da vida e os nossos? Ah, só faltou a famosa declaração do personagem do Marcelo Adnet quando disse "o importante é que minha escala é em Madrid e lá não vão me cobrar tanto, até porque jogo na Europa e nem sei cantar o hino". É isso. O Tite não é o salvador da pátriam, apesar de meu coração preto e branco ter torcido muito por ele, panelinhas não são boas para a seleção, rótulos como o de Neymar são piores ainda. E o pior na minha opinião: ainda não compramos a ideia de que temos uma seleção para representar a nossa história pentacampeã. É por isso que não consigo mais torcer de verdade pela seleção, eu não tenho mais conexão com ela, mesmo jogando fora do país os jogadores de outras épocas davam o sangue pelo país que eles representavam e não o clube em que jogavam. Hoje? Bem... hoje é isso aí, é um fone que equivale a uns 5 meses de salário do brasileiro comum e passar reto pelos jornalistas que provavelmente perguntariam mais do mesmo.

A parte boa? Fica por conta de que há pouco tempo me mudei para o interior (cidade onde nasci por sinal) e achei meu novo home away from home para assistir os jogos. Deu para ser feliz ali, deu para ver uma galera do bem reunida, uma galera que não xingou, uma galera que só queria um pouco de diversão no meio de um ano tão complicado. Se vão chamar do famoso "Pão e Circo" não sei, mas sei que precisávamos sim disso, como também não seria uma má ideia terminar o "Circo" um pouco mais tarde, meu novo lugar preferido no mundo seria bem representado.








Fotos e edição:  Monique Marie






O novo ciclo do futebol fortalece bola aérea e contra ataque

19:47:00 Adicionar Comentários

A vida é feita de ciclos. Fases e modelos que a humanidade se reinventa. E isso, consequentemente cabe ao futebol. Os especialistas/analistas/comentaristas, falam com termologias de ataque  bloco, entre linhas, quadrantes a quatro e afins. Faz parte do futebol moderno, respeito e acompanho sobre. Mas a questão é falar de um jeito que o povão entenda. Ou seja, num resumão bem didático: Jogar no contra-ataque e ter uma boa bola parada (defensiva e ofensiva), são as melhores e mais úteis armas do atual futebol moderno.

Mas ter triangulações, apoio de laterais nas jogadas ofensivas e posse de bola? Ajudam, desde que você seja mais efetivo com ela. Coisas que não andam funcionando atualmente, devido a fortes sistemas defensivos e que aproveitam os erros do time que propõe atacar mais. A seguir, três exemplos básicos de o quanto a nova era do futebol chegou.


1° Bola parada - A qual na atual  Copa do Mundo, foi responsável até a fase quartas de final, por 45℅ dos gols que ocorreram em arenas russas.

2° Jogo reativo - Contra ataques. Esperar o adversário lhe atacar e aproveitar os erros defensivos, com velocidade e objetividade. Foi assim que a Bélgica eliminou o Brasil da atual Copa. Os belgas que durante as quatro partidas anteriores, tinham posse de bola maior que o adversário e tentam traduzir nisso, seu estilo de jogo visando gols e vitórias, abdicou de seu estilo, para jogar nos erros brasileiros - que não foram poucos -, e conseguirem um resultado histórico para seu país. De uma equipe que a duras penas eliminou a fraca seleção japonesa, com direito a un CONTRAGOLPE no minuto final de partida, utilizou da arma de jogar por 'algumas bolas' e vencer a equipe verde e amarela. Teve velocidade, técnica e agilidade para aproveitar as brechas deixadas pelo time verde amarelo, e conseguiu uma excepcional vitória.


3° Forte marcação - Que na Copa, muitos denominam de ocupação de espaço. Nada mais é que uma retranca que atrai o adversário, e se aproveita da velocidade para buscar em poucos toques, chegar a meta rival. Independente de esquema, é uma arma abruptamente aumentada. Seja no 5-4-1, 5-3-2, 3-5-2, 3-4-3, 46-578-1, a marcação que bloqueia trocas de passe do adversário entre a entrada da grande área e o gol, foi, é, e será cada vez mais vista mundo afora. Zagueiros como laterais, volantes que marcam muito e atacam muito/correm pra caramba, e atacantes de poucos toques na bola acelerando as jogadas, serão fatos que estarão de forma clara no novo ciclo do futebol.


Ou seja, ter mais posse de bola não significa mais um sinônimo de vitória um pouco mais próxima. Como a qualidade, jogadas individuais e tal posse de bola poderão mudar esse cenário? Apenas com sequência de ciclo para sabermos as respostas.














Foto: Getty Images









por: Leonardo Bueno

Review - Chevrolet Absoluta 500 em Interlagos

08:49:00 Adicionar Comentários

Com colaboração de Mirian Sirtoli --- Palco da segunda etapa do Campeonato Brasileiro de Endurance, o Chevrolet Absoluta 500, desde a largada até a bandeirada final, teve grandes disputas nas 5 categoria que compunha o grid, com aproximadamente 42 carros, que deve como vencedores a dupla Marcos Gomes e Chico Longo, a bordo da Lamborghini Hurucan #19, com uma disputa intensa nos 600 quilômetros da competição, pela primeira colocação, que ultrapassou nos momentos finais da corrida a Mercedes AMG GT3 #09 de Xandy e Xandinho Negrão, assim ficando na segunda colocação. Na terceira colocação ficou a Porsche 911 GT3R #70, onde a dupla Ricardo Mauricio e Marcel Visconde dividiram o cockpit.

Na categoria P1, os dois protótipos AJR largaram na primeira fila, mostrando a superioridade e prometiam muita disputa pela vitória, mas o Tubarão #05, guiado por Tiel Andrade e Júlio Martini, conquistaram a primeira colocação com uma excelente estratégia da equipe. Na segunda colocação o AJR #117 com o quarteto Henrique Assunção, Fernando Fortes, Fernando Ohashi e Emílio Padron, na terceira colocação ficou o Predador #35 de Jair e Duda Bana.

Já na classe P2 o destaques foi a vitória do Tubarão #32 de Mauro Kern e Paulo Souza, seguidos pelo Tornado #03 de Cáli Crestani e Fernando Stedile. Na terceira colocação ficou com o quarteto Assunção, Fortes, Ohashi e Padron, com o MRX 75.

Na categoria P3, vitória ficou com MRX #56 guiado por Gustavo e Rafael Simon, conquistando a segunda vitória do ano.
Na segunda colocação, seguidos pelo Spyder #76 de Ricardo Fuarquim, Cláudio Leonel e José Magalhaes e na terceira colocação ficou com outro Spyder #79 de E. De Oliveira e V. Penques.

Na GT4, Henry Visconde e Marcio Basso, a bordo do Audi RS3, conquistaram a primeira colocação e colocando Visconde na liderança do campeonato de pilotos.
Na segunda colocação a Mercedes CLA AMG 45 #63, com Sérgio Ribas e Paulo Varassin, seguidos pelo Mitsubishi Lancer #777 com o trio Ricardo Landi, Marcos Scalamandré e Rodrigo Garcia.

A terceira etapa do Campeonato Brasileiro de Endurance será no dia 21 de Julho, no Autódromo de Tarumã, em Viamão, no Rio Grande do Sul.













por: Leonardo Bueno
















por: Bruno Terena

A Parceria Red Bull/Honda poderá dar certo, mas após 2020.

08:55:00 Adicionar Comentários

Como a F1 anda na previsibilidade de pneus/ corridas de imprevisibilidade tanto para o bem quanto para o mal, resolvi deixar por enquanto, o GP da França em segundo plano e falar sobre a principal notícia do mundo automotivo nesta semana, superando a parceria para deeenvolvivento motriz entre Volkswagen e Ford; A MIGRAÇÃO DEFINITIVA DA HONDA PARA A RED BULL.

A Red Bull Racing encerrará ao final desta temporada, 12 temporadas de parceria com a Renault. Uma parceria que rendeu até agora: 46 vitórias, 29 poles, quatro títulos de pilotos - todos com Sebastian Vettel -, quatro títulos construtores, e uma gangorra de chuvas e trovoadas entre 'Renô' e os taurinos energéticos. Pois mesmo no auge, a marca de Chatilión nunca foi devidamente exaltada na parceria com a equipe de Milton Keynes. O mais próximo disso foi com a Infiniti (núcleo da preparadora de motores da equipe francesa), sem NUNCA parabenizar de fato o bom desempenho do motor, principalmente entre 2010 e 2013, na fase final da era dos motores V8 na F1. Sempre tendo suas uniades motoras sendo rebatizadas, como por exemplo ' Tag Neuer'.


E a partir de 2014, o caldo azedou de vez. Na era híbrida, as desavenças públicas entre ambas as partes foram claras, devido a um motor com problemas de confiabilidade e potência que já foram muito maiores. Hoje o desempenho melhorou, mas longe  do que a RBR espera e deseja. Tanto que após permitir a entrada da Honda em sua equipe satélite, a Toro Rosso, a confirmação de uma parceria com os nipônicos é enfática para os rumos da equipe austríaca, entre 2019-2020.


Isso porque, ao entrar em uma parceria definitiva com a equipe com base em Sakura, a Red Bull deu aval para se juntar a única possível e imaginável parceria no aspecto motor, dentro da atual Fórmula 1. Nem Mercedes, nem Ferrari e nem Renault querem pensar em saber de Red Bull ao seu lado. Ambas possuem equipes próprias, fornecem motores para outros clientes/parceiros, e não querem além de gasto maior, entregar o ouro para o 'bandido'. Especialmente no caso dos franceses, que além de equipe própria, fornecem motores à Mclaren, que largou mão da Honda pelo mesmo motivo em que a Red Bull largou a Renault: desempenho de motor.


Ao se ver sem parceiros, e notar que os motores V6 híbridos da Honda estão mais confiáveis, duráveis e resistentes, os rubro-taurinos partem para uma nova fase, tentando se reinventar visando a nova era híbrida da F1, à partir de 2021, com o novo regulento de motores. Já que é sabido a qualidade de chassi e aerodinâmica 'Red Bullniana', o motor que é a maior pedra no sapato, e que impede sua dupla de pilotos de disputarem o título - em especial, Daniel Ricciardo.



É preciso saber qual a sinergia real que a Aston Martin/ Red Bull - Honda terá. Os japoneses estarão finalmente em uma equipe vencedora, e com ambiente vencedor. Uma gestão um pouco mais paciente do que na Era Mclaren/Honda, e a busca do fim do jejum de títulos fazem com que a parceria possa dar certo. Mas não há garantias de que ela será uma parceria campeã de forma imediata. Se os japas trabalham a médio prazo em desenvolvimento no automobilismo e a Red Bull visa um futuro campeão, tal ideia pode dar liga. Mas não esperem nada exuberante nas próximas duas temporadas. O âmbito da parceria visa uma F1 no futuro, já com aval da Aston Martin - que seguirá apoiando a equipe.










Foto: Beto Issa










por: Leonardo Bueno







Endurance Brasil - Etapa de Interlagos

Endurance Brasil - Etapa de Interlagos

21:05:00 Adicionar Comentários




21/06/2018

O Endurance Brasil chega em São Paulo no fim desse mês de Junho (29 e 30) para sua segunda etapa do ano, as 4 Horas de Interlagos. Na edição do ano passado, Ricardo Maurício e Marcel Visconde a bordo da Porsche GT3 R de numeral #20, foram os vitoriosos daquele fim de semana na classificação geral e na classe GT3.


A imagem pode conter: carro e atividades ao ar livre


Novos possantes se juntaram a categoria para a atual temporada, como a Lamborghini Huracán GT3, que estará sob o comando de Chico Longo e Marcos Gomes, este último como convidado, já que o titular Daniel Serra irá guiar uma das Ferrares da equipe Spirit of Race, nas 6 Horas de Watkins Glen pelo campeonato norte-americano de endurance.

Também teremos a presença da Mercedes AMG GT3 (Xandy e Xandinho Negrão), da Ferrari 458 GT3 (Peter Ferter e Ricardo Mendes) e do Audi RS3 (Henry Visconde e Carlinhos de Andrade).


Resultado de imagem para lamborghini huracan gt3 endurance brasil


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Líderes por categoria:

GT3 - Chico Longo e Daniel Serra

GT4 - Guilherme e Sérgio Ribas

P1 - Tiel Andrade e Julio Martini

P2 - Cali Crestani e Fernando Stedile

P3 - Rafael e Gustavo Simon


*Imagens: Bruno Terena/MS2 Comunicação

Mais informações sobre o Endurance Brasil você acompanha na nossas redes sociais:

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Por Vinicius de Oliveira dos Santos (Automobilismo Brasil)










O Inter em chamas que venceu um Vasco congelado. +3 na conta

O Inter em chamas que venceu um Vasco congelado. +3 na conta

19:58:00 Adicionar Comentários
 E sim, o mérito é todo de Odair. Na hora de criticar ou cornetar é muito fácil, xingar, e pedir até a demissão do mesmo. Mas e reconhecer? Devemos, o quanto antes. Não podemos carregar amargura por nada ou quase nada no mundo. Reconhecer é um ato de nobreza tremenda e devemos sim reconhecer a bravura (mesmo que o discurso seja de obrigação por vestir o manto do maior time do estado) de todos em campo. A união é o emblema para vencer, junto com raça, futebol e paciência. 

Somos o Internacional! Foto: Ricardo Duarte/Internacional

 É bem verdade é que, depois do fatídico grenal o qual ocorreu a choradeira do outro lado desde o goleiro ao treinador do co-irmão, a postura de os jogadores e comissão foi ainda mais madura, e consciente que sim, podemos pensar GIGANTE, GIGANTE como o clube do povo e seu templo (casa própria, tá?). Nico Lopez atento ao jogo desde o início. E não é primeiro de abril. Porém: TORCEDORES, CALMA. MUITA CALMA. Tempo dirá sobre o merecimento de sua titularidade. Ou o próprio jogador. Quero falar um pouco de Patrick, que jogador senhores. Que jogador. O atleta mais regular do elenco desde sua primeira partida conosco. Fica aqui meu agradecimento ao campeão de 87 Sport. Patrick passando feito surfista prateado no gelo entre a defesa do Vasco deu um toque tão doce que até diabético ignora problema de glicose para recebê-lo, Nico abriu a conta. E não parou por aí.

  Lembra quando citei Patrick? Ele de novo em destaque, em cobrança de escanteio (logo ela terá destaque outra vez, espera só um pouco, já já eu falo) após uma cabeçada frustrada de Damião que não sei se foi desvio proposital ou se ele errou mesmo, pouco importa. Patrick tirou proveito e estufou outra a rede vascaina. Pobre Vasco... Pobre Vasco. E fim de primeiro tempo, o que mudou? Apenas a atitude do Vasco, e o Inter um pouco mais relaxado. E ai foi o erro da zaga colorada e uma colaboração de Lomba no chute de Andrey descontando em prol do cruz de malta. Acontece. E seguindo a cartilha, Inter continuou mirando o gol adversário. Camilo, tão criticado pela torcida, levando esporros por erros de passes e afins. Na bola parada, cobrança de escanteio (MAH OE, olha ela aqui novamente), crucial para o zagueiro Victor Cuesta sequer pular e colocar a cabeça pra fechar a conta. Agora é descanso? Nada disso, treinos e mais treinos. Recuperar os lesionados e buscar resultados positivos. É isto. Aproveitem bem a copa. DALE COLORADO.


                                                                                       Hugo Severo

Fórmula 1

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