Os primeiros passos certeiros de Jorginho no Vasco

18:14:00
A esperada reação do Vasco no Campeonato Brasileiro começou graças às mudanças feitas por Jorginho. O treinador pegou um rabo de foguete após a saída de Celso Roth, pois se deparou com um time que levava muitos gols e não fazia praticamente nenhum. O comandante, mesmo com um revés histórico contra o Internacional, conseguiu unir o grupo em busca da meta que é se manter na primeira divisão. 

Para essa reação, foi preciso barrar jogadores até o momento “intocáveis” no elenco. O criticado lateral Christiano e o volante Guiñazu saíram da equipe para as entradas do experiente lateral Júlio César e do agora volante Bruno Gallo. Os dois deram início a uma dobradinha pelo lado esquerdo e conseguiram equilibrar o time que forçava muito o jogo pelo lado direito, com a dupla formada por Júlio dos Santos e Madson.

Bruno Gallo e Julio César peças fundamenteis no esquema de Jorginho (Foto: Wagner Meier/LANCE!Press)
Outra importante mudança foi a entrada de Andrezinho, que chegou ao clube para atuar na faixa central do meio campo, porém, para que Jorginho encaixasse o experiente jogador entre os 11 titulares junto com Nenê, que no momento também exerce a função, o meia passou a atuar mais recuado pelo lado esquerdo e  Gallo, que chegou a ser o camisa 10 na base vascaína, virou o primeiro volante da equipe. 

Além dessas mudanças no meio campo com Bruno Gallo de primeiro volante, Júlio dos Santos na direita e Andrezinho na esquerda, a entrada de Leandrão no ataque foi determinante, já que o atleta apesar de ter apenas um gol na competição acabou com as várias trocas no setor que sofreu anteriormente com Riascos, Herrera e Thalles.

A reação ainda é pouca e é preciso que continue até o fim do campeonato para garantir a permanência na Série A do Brasileirão. O técnico mesmo sem tempo para treinar conseguiu melhorar o desempenho da equipe com alterações determinantes e o torcedor vascaíno espera que ele tenha aproveitado verdadeiramente a pausa na competição nacional, diferentemente daquela de dez dias entre os jogos contra Corinthians e Joinville em que o então treinador Celso Roth não soube desenvolver em nada o time.

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