Noite histórica e de muita emoção na Arena Condá

20:05:00
Passada a euforia da noite de 01 de outubro de 2015, noite histórica para a Chapecoense, onde descobrimos quão fortes são nossos corações, eu acredito que grande parte da torcida presente na Arena Condá, percebeu a entrega dos jogadores, comissão técnica e principalmente da torcida alviverde: que ESPETÁCULO!
(Foto: Chapecoense Oficial)

A muito não se via uma torcida tão empolgada, que definitivamente “abraçou” a causa do clube, se mobilizou e compareceu em bom número. Segurou o time pela mão e disse olhando nos olhos: “Eu estou do seu lado, confio em você. Vai e dê seus passos!” Outro ponto sobre a torcida: a união das torcidas foi de arrepiar. Depois do acontecido fui descobrir que algumas pessoas haviam realizado este apelo: e deu muito certo!

Mas vamos ao jogo. E meu Deus, QUE JOGO!

Entre cânticos de incentivo desde antes da partida, a Chapecoense foi surpreendida logo aos quatro minutos com um gol de Mencia, após cobrança de escanteio. Este balde de água fria não foi suficiente para entristecer ou desanimar os mais de 9 mil presentes na Arena.

Definitivamente, o clima era favorável ao Verdão. A muito não se via tanta entrega e garra dentro de campo, enquanto nas arquibancadas, a festa não parava. Ainda no primeiro tempo, após bela cobrança de falta, Cleber Santana alçou na área e Túlio carimbou as redes, igualando o marcador.

No início do segundo tempo, Wanderson foi expulso de forma bizarra (aliás, que arbitragem FRAQUÍSSIMA!). Este fator, mudou o panorama do jogo: se antes a Chapecoense pressionou, agora passou a jogar em seu campo de defesa, explorando apenas no contra-ataque.

Fim de partida: 1x1 (jogo de ida 1x1) = pênaltis! Mais emoção estava por vir!

A Chapecoense iniciou as cobranças de pênalti e obteve êxito em todas: cinco cobranças, cinco belos gols. O Libertad perdeu uma cobrança e foi eliminado. Mais um feito histórico. Que venha o River Plate!!!

No próximo domingo, o espírito de Condá precisa estar novamente presente na Arena para sairmos do Z4 do Brasileiro.


Texto original em: Chape de Calcinha

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