Clube do impossível?

20:50:00

Esse ano mais do que qualquer outro, a camisa do São Paulo muitas vezes jogou por si só, e mostrou superioridade dentro de campo, mesmo pós eliminado em campeonatos com a disputa entre a taça do Paulistão, Libertadores da América e um campeonato inédito jamais visto pelo clube, a Copa Do Brasil. Raça? Nem sempre. Amor ao manto? Poucas vezes. Majestosidade? Sempre! 

Em uma crise imensurável, o São Paulo Futebol Clube se manteve no G4 com tantos erros coletivos e individuais, tantos declínios e confrontos internos sem mencionar a apatia de boa parte do elenco em partidas, como na humilhante perda de 6x1 pro atual campeão Brasileiro Sport Club Corinthians Paulista. A grande pergunta que indaga até mesmo grandes comentaristas é: O que falta para o São Paulo de uma vez por todas embalar em um rumo de conquistas e organização interna?
Cá entre nós que, desde 2012 essa pergunta fica difícil de responder... Elenco muitas vezes com nomes individuais fortes como Paulo Henrique Ganso que hoje arquiteta jogadas simples mas decisivas, ou até mesmo Thiago Mendes que teve destaque esse ano sendo reconhecido por muitas assistências e desempenho pessoal dentro de campo. 

Técnicos de supremacia reconhecidos internacionalmente como Muricy Ramalho que apesar dos bons resultados e adoração da parte dos torcedores, foi “cortado” pela diretoria São Paulina. Agora entra o inexplicável, agora entra o poder de um Soberano três vezes no topo do mundo, agora que entra o significado do dito cujo CLUBE DA FÉ!
Nas últimas 2 sequências de jogos disputados em casa, ambos foram de viradas emocionantes e eufóricas, sendo uma de 4 á 2 sobre o vice campeão brasileiro Clube Atlético Mineiro e outra de 3 á 2 sobre um adversário digamos que não tanto de expressão como o Atlético, mas que custou a vitória sobre o mesmo, o Figueirense Futebol Clube. 

A inconsistência do São Paulo é realmente notável durante o 2° turno do time no Campeonato Brasileiro, porém, mais notável ainda é a esperança e a vontade que muitos têm de trazer uma classificação curta pela vaga da Libertadores em 2016. Peças fortes como Rogério Ceni, Alexandre Pato e Luis Fabiano se desprendem do vínculo contratual com o clube assim como perdemos outras peças de expressão esse ano e dentro deles estão Souza, Rafael Tolói e Denilson, ambos do campo defensivo setor mais carente do clube nos dias atuais. 

2016 não nos traz medo, não nos traz dúvidas e muito menos temor á camisa adversária, mas nos dá a esperança de mais uma vez reconquistar o orgulho soberano, a esperança de ser mais um no topo do mundo e pra estes mostrar o significado de Clube Da Fé, pois aquele que se apequenou diante de problemas internos e externos numa crise, não fomos nós!


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