Não é a primeira vez.

17:24:00
2001, 2013 e, 2016. O marco de três partidas que seriam palcos de espetáculos se não fosse ela, o carrasco dos brasileiros em competições Sul-Americanas... A arbitragem!
Créditos na Imagem.
Em 2001, algo semelhante: Ubaldo Aquino juiz predestinado a apitar a partida entre Palmeiras e Boca Juniors no estádio de La Bombonera, sonegou um pênalti claro para os brasileiros e realizou a marcação de um pênalti inexistente para os argentinos. 
"- É coisa ridícula porque sempre tentam prejudicar, sempre querem ver o brasileiro se dar mal." Rodrigo Wirth, torcedor da Sociedade Esportiva Palmeiras.
Imagem: historiadeboca.com.ar/ Registro da partida entre Palmeiras e Boca Juniors.
Em 2013 foi a vez da equipe alvinegra sofrer com o apito de Amarilla, que na mesma competição e a favor do mesmo time de antes, fazia uma total lambança em cima dos Corinthianos: um gol mal anulado de Romarinho e um pênalti não marcado para os brasileiros. 
"Com 9 minutos, o juiz não marca um pênalti claro e dá um cartão para o Emerson, logo depois o Romarinho faz um gol legítimo e o bandeirinha anula. Logo após, outro gol legítimo que anularam. O resultado classificaria o Corinthians que vinha forte para ser bi... O sentimento é de raiva, angústia, só de lembrar da vontade de chorar, não foram erros, foram roubos!" Junior Neiva, torcedor do Sport Club Corinthians Paulista.
Imagem: marlonvmarques.blogspot.com.br/ Gol mal anulado do Romarinho em cima do Boca Juniors.
2016, nova era, novos critérios de arbitragem, muita coisa foi regularizada e desde a queda do Corinthians que acabara de ser campeão mundial foram-se 3 anos. O que foi regularizado entrou em vigor? Não. Os novos critérios são friamente marcados e executados em campo? Não. 

Semifinal da Libertadores, São Paulo e Atlético Nacional. Dois gigantes que iam pra um embate, talvez um dos mais esperados pelos São Paulinos e cornetas já que o jogo de ida resultou em 0x2 pra equipe colombiana após expulsão de Maicon no Morumbi. Jogadores prometendo raça, suor, amor á camisa mas quem se destacou foi o Chileno Patricio Polic, que fez uma clara lambança!

Aos 8 minutos gol do São Paulo, aos 15 do Atlético. Muita raça, muito amor a camisa mas eis que surge um pênalti para o São Paulo e o juiz o ignora. Bocanegra empurra Hudson com o braço direito porém o trio de arbitragem entende como lance normal (não foi!).
"Achei o pênalti escandaloso em cima do Hudson, e o cara que fez o pênalti deveria tomar no mínimo amarelo." Manoel Rocha, torcedor e colunista do São Paulo Futebol Clube.
Imagem: Reprodução/SportTV/ Hudson é empurrado dentro da área por Bocanegra.
No segundo tempo adivinhem? Pênalti para os colombianos em toque de mão de Carlinhos dentro da área sendo que o defensor do Atlético Nacional dominara a bola com os braços minutos antes do lance em disputa com Calleri e o lance resultou em falta do argentino que segundo o juiz, "empurrou o defensor adversário."

Após o pênalti batido e gol marcado por Borja, houve uma confusão dos jogadores causada pela atitude de Diego Lugano bater palmas incentivando o time que foi interpretada pelo árbitro como provocação e crítica á arbitragem. Expulsão nele. 

Imagem: reprodução retirada da Fox Sports./ Lugano não aceita atuação pífia do árbitro e se recusa a descer para o vestiário.
A atitude claramente revoltou os São Paulinos onde Pilac expulsou Lugano, Michel Bastos e Wesley, mas depois voltou e expulsou só o Lugano, aí voltou de novo e expulsou Lugano e Wesley... Uma verdadeira catástrofe de 9 minutos que resultou, finalmente, na expulsão de Wesley e Lugano por reclamação.

"Foram 9 minutos de agonia para quem assistiu e não pôde fazer nada, a atitude dos defensores da camisa tricolor foi plausível, a revolta deles representou toda a nação que se sentiu injustiçada." Natália Andrade torcedora e colunista do São Paulo.

Imagem: reprodução da Rede Globo por @NosTrendsBrasil/ Confusão envolvendo comissão técnica, jogadores e arbitragem.
Para quem acompanhou essa Libertadores foi um balde de água fria a eliminação do São Paulo dessa maneira. Um clube que chegou através da Pré-Libertadores e foi somando placares horríveis no começo, se reergueu e se tornou semifinalista. Á nós, torcedores de qualquer time nos resta o brio e a sensação de injustiça sobre placares tão manipulados por juízes despreparados.
"Contra tudo e contra todos, somos o quarto melhor da América. Muito orgulho dessa equipe que apesar de todas as dificuldades, conseguiu esse feito maravilhoso de poder chegar a uma semifinal de Libertadores e bater de frente com o até então, melhor time da competição. Agora pode até parecer desculpa de perdedor, mas a adversidade que mais doeu foi a arbitragem."- Rafael Bicalho, torcedor do São Paulo Futebol Clube.
Á todos prejudicados (que não foram apenas os 3 paulistas), o sentimento de consolo e união, vamos pensar um minuto como brasileiros e não como rivais... Até quando essa injustiça vai prosseguir? Hoje, não escrevo como colunista do São Paulo, mas sim como colunista brasileira que está cansada de tanta imprudência na arbitragem estrangeira em competições Sul-Americanas.


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