Novo começo

09:49:00
A degradante turbulência do avião azul parece não ter fim. Desta vez, além da derrota para o Fluminense, o Cruzeiro e sua imensa torcida tiveram que conviver com uma infeliz declaração do ex-atleta do Maior de Minas, Riascos. O salafrário ofendeu nossa instituição e colocou à prova os brios da diretoria. Em resposta quase que imediata, o dirigente celeste Thiago Scuro, desligou o jogador do elenco ainda no vestiário


O incidente ocorrido ontem após mais um vexame cruzeirense, apenas evidencia um elenco com problemas de organização e relacionamento. Jogadores sem confiança e uma direção omissa colocaram-nos nesta situação. A revolta dos quase dez milhões de apaixonados pelo Gigante Azul se justifica e jamais será cerceada. Somos enormes e continuaremos a ser, pela força de nossa Nação. Porém, precisamos de paz. 

A redenção deve vir de dentro para fora e não o inverso. Pedir a cabeça de Paulo Bento é burrice. O treinador tem sua parcela de responsabilidade, principalmente nas insistências “brunísticas” e “allanoterápicas” cujo sentido não fazem algum. Ainda assim, reitero, o âmago da desgraça não é a "inventividade" do português. É o atraso no planejamento e a análise pobre antes das contratações.

É evidente que o fundo do poço chegou, estamos atolados nele. A saída? Devemos aproveitar o choque e confrontar de vez o panorama ruim. Em uma analogia com a crise econômica do país, o Cruzeiro necessita restaurar a confiança. E este doloroso processo passa por paciência, persistência e organização. Jogar fechado, correr menos riscos, trabalhar. De nada adianta ter um ataque estrelado se jogamos expostos, convidando o gol. A hora é de serenidade, do famoso “fechar a casinha” para depois pensar em avançar. O ano começa agora. 
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