"SWAT" colorada acionada, antes tarde do que nunca. Unidos por um só intuito: Reerguer o Internacional!

02:37:00


Era previsto, Falcão, com 20 dias de trabalho, apenas cinco jogos, estava com a corda no pescoço, pressionado para vencer, caso contrário, algum dos cartolas iria puxar a corda para enforcá-lo, isso me soa semelhante ao Diego Aguirre ano passado. A meta de Falcão era trazer o torcedor para perto de os jogadores, apoiar o elenco mesmo no atual momento (e mesmo na crise, apoio e alento nunca faltou), e com isso Inter voltar a ganhar, arrumar a bagunça de Argel dando para equipe infiltrações pelo meio, posse de bola, bola ao chão e jogo bonito em pouco tempo, não obteve sucesso, incluindo seus pedidos por reforços. Exceto Nico López.
Falcão, ex-técnico do Internacional (Foto: Zero Hora)
No entanto, um dia anterior ao confronto com o Fluminense, torcedores foram protestar da melhor maneira possível; apoiando, cantando e pulando por seus guerreiros e assim mantiveram até o fim de todas as atividades. Chega o dia, o jogo contra o Fluminense, não nos interessava mais nada fora a vitória, quanta frustração, outra vez o objetivo não foi alcançado e o empate com sabor de limão puro seguiu nas margens do rio guaíba.

O sol renasce numa segunda-feira amarga, com ressaca, surge o anúncio da queda de Paulo Roberto Falcão, que só de multa rescisória levará 2 milhões e mais uma bolada até 2017. Futebol brasileiro em tempo de desespero não permite sequência. Desde já, obrigado pela tentativa, meu rei. Tu foste o menos culpado. O presidente Vitório Piffero desde então era um dos mais citados negativamente, visto como O CULPADO REAL, o que não deixa de ser verdade.


Da esquerda para a direita: Luiz Henrique Nuñez de Oliveira (2º vice-presidente), Vitorio Piffero, Fernando Carvalho, Celso Roth, Ibsen Pinheiro, Pedro Affatato (1º vice-presidente) e Newton Drummond (Foto: Inter/Divulgação)
Da esquerda para a direita: Luiz Henrique Nuñez de Oliveira (2º vice-presidente), Vitorio Piffero, Fernando Carvalho, Celso Roth, Ibsen Pinheiro, Pedro Affatato (1º vice-presidente) e Newton Drummond (Foto: Inter/Divulgação)


SWAT COLORADA.

Falando em Vitório Piffero, nosso atual cartola maior, finalmente acordou do coma, finalmente abriu os olhos para a realidade e procurou seu mestre, ensinador nato, ele mesmo, O MAIOR PRESIDENTE DA HISTÓRIA DO CLUBE DO POVO, Fernando Carvalho. Com o mesmo Veio o treinador contestado Celso Juarez Roth, também conhecido como salvador da pátria, o treinador do “mazembaço” e dos 5x2. Ibsen Pinheiro e Newton Drummond (Chumbinho), vieram na mesma carona ara complementar o departamento de futebol de Piffero e a comissão técnica de Roth. Todos que retornaram ao Gigante para sempre conhecem bem a casa, são todos crias da casa e entedem tanto de futebol, quanto de todo o vestiário colorado.

HORA DE SEGUIR APOIANDO.

Celso Roth entende sim de futebol, queiram ou não, ele entende, por mais que seu nome não costuma soar bem entre os torcedores, muito por ocasião de seu histórico recente com nós em sua passagem de 2010, logo após a libertadores e campeonato brasileiro. Aquele ano ainda machuca. Sejamos sinceros, Roth tem sua fama de durão, ríspido e realista além do limite... o que quero dizer é: Quando Roth foi contratado em inicio de temporada? Quando ele pôde trabalhar um ano inteiro por um clube (com direito a pré-temporada e pedir alguma contratação)? Reflitam. Obviamente o novo-velho comandante vai chegar chutando a porta do vestiário, gritar com jogador A ou B, pedindo gana, raiva da derrota, apontar o dedo na cara do mesmo ou afastá-lo por algum ato de indisciplina, sendo dentro ou fora de campo, seja ele psicológica ou fisicamente. Mas não deixará o Inter cair e nem seguir perto da zona de rebaixamento.

Não é hora para alfinetar, por enquanto... É O MOMENTO DE REACENDER A CONFIANÇA. Que recomece a senda de vitórias, que reinicie o alívio, e que o grito de vitória após o apito final volte.

ACIMA DE TUDO, É O INTER! SOMOS A RESISTÊNCIA!
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