Prévia da Fórmula Indy para 2017.

20:30:00

O ano de 2016, teve um domínio gigantesco dos carros desenvolvidos pela Chevrolet sobre a Honda, e da equipe Penske sobre o resto do grid. houveram algumas mudanças no equilíbrio entre as equipes na temporada que se passou.
Mas antes, lembramos que a Indy, por todos andarem em um rítimo parecido, definir o patamar de cada equipe - Exceto a Penske que é soberana -  é complicado. Diante da frequência que essas equipes batalham pela liderança e restante das posições, pude chegar na seguinte conclusão sobre o patamar das equipes para 2017.

Em 17 etapas, a Penske doutrinou na categoria. Foram dez vitórias e doze poles. O fato dos carros com motores/aerokit Chevrolet serem melhores na maioria dos circuitos. e a equipe de Roger Penske servir como base para o melhor desenvolvimento do aerokit,  ajudou muito ela esmerilhar a concorrência em 2016. E muito provavelmente, repetirá a soberania em 2017. Vamos agora com a ordem das equipes para a temporada, em seus respectivos patamares.

Penske

Pilotos:
SIMON PAGENAUD (FRA) – #1 – PENSKE/PPG/MENARDS/VERIZON– CHEVROLET

JOSEF NEWGARDEN (EUA) – #2 – PENSKE/VERIZON/PPG – CHEVROLET

HELIO CASTRONEVES (BRA) – #3 – PENSKE/HITACHI/SKF/AAA/PENNZOIL – CHEVROLET

WILL POWER (AUS) – #12 – PENSKE/VERIZON – CHEVROLET

O atual campeão Simon Pagenaud, após um 2016 irretocável, terá em 2017 a missão de manter o alto nível demonstrado em 2016. O Francês que foi o #22 no ano passado, carregará o #1 em seu bólido. Será que a 'zica' de andar com o número 1 atrapalhará? Pode até ser. Mas é muito provável que se ele não for novamente campeão, disputará o título até a última etapa com os seus companheiros de equipe. Pois Page e seus 'tóis' têm a melhor estrutura do certâme. E todos são competentes para tal. Porém Simon larga naturalmente à frente, no quesito favoritismo.

Josef Newgarden: Considerado atualmente por muitos, o melhor piloto norte americano em monopostos. Não a toa chamou a atenção de Roger Penske, que o retirou da Ed Carpenter Racing e o trouxe para sua equipe. Se antes ele não tinha um equipamento que o levasse aos primeiros lugares, e mesmo assim sempre aparecia num top-10 de corridas ou campeonatos, Josef terá a missão de manter o domínio de sua nova scuderia. A bordo do #2 ele substituirá o colombiano Juan Pablo Montoya, que após vencer as 500 milhas de Indianápolis em 2015, teve um ano de 2016 desanimador. Se mostrou desinteressado, e não mostrou o devido comprometimento com a equipe. Foi até oferecido um carro para ele competir apenas na Indy500 2017, mas não o quis. Ao contrário de Montoya, Newgarden vem sedento por novos trunfos e glórias. E pode tranquilamente ser colocado como um dos seis melhores pilotos da categoria e um dos favoritos para conquistar a temporada 2017.

Hélio CastroNeves: Helinho iniciará em 2017, a DÉCIMA OITAVA temporada seguida na equipe Penske. Segue com o já tradicional #3, e com seus 41 aninhos quer finalmente conquistar seu primeiro título na Indy. Na minha humilde opinião, H3lio se mantém em um nível altamente competitivo. É velóz e combativo. Mas por muitas vezes EU acho que ele dá umas escorregadas na banana. Ou por estratégia da equipe, ou por receio de se envolver em toques com os adversários e pontuar pouco. CastroNeves é reconhecido por ser um piloto que mira o maior número de top-5 possíveis, e assim, apostar na regularidade em pontuação para ser campeão. De grão em grão... Mas se Hélinho quiser de fato conquistar o caneco terá que buscar vitórias. Não que ele não as busque, mas o brasileiro precisará dar 115% de si para o título. E isso passa por um possível Tetra Campeonato nas 500 milhas de Indianápolis. Em 2001-2002-2009 o brazuca foi campeão da prova mais sensacional do automobilismo mundial.

Will Power: Também conhecido como Will 'São' Power - por ter conquistado três das quatro provas realizadas no circuito de rua do Anhembi -, o campeão da categoria em 2014, buscará o bi campeonato. Não terá vida fácil, pois seus companheiros de equipe são de alto nível, bem como Will. A bordo de seu Verizon #12, ele precisará ser um pouco mais constante na temporada. Quando não teve problemas, Power foi muito competitivo e combativo. Chegou em certo momento de 2016, a tirar uma boa desvantagem em relação a Pagenaud. Porém não foi suficiente para um novo título.Parafraseando Téo José, diria que esse australiano é danadinho, e estará aceso em relação ao título, e em relação a disputa da #Indy500.

Chip Ganassi:

A Chip Ganassi, na maioria da tempo, ganhou dos carros equipados pela Honda, na maior parte do tempo.pelo menos com Scott Dixon e Tony Kanaan.Já Max Chilton se preocupava em completar as provas, eCharlie Kimball corria como se não houvessr amanhã. De forma incontrolada, e não se preocupava com nada.

Pilotos:

MAX CHILTON (ING) – #8 – GANASSI/GALLAGER – HONDA

SCOTT DIXON (NZL) – #9 – GANASSI – HONDA

TONY KANAAN (BRA) – #10 – GANASSI/NTT DATTA/7-ELEVEN – HONDA

CHARLIE KIMBALL (EUA) – #83 – GANASSI/TRESINA – HONDA

Max Chilton: O dono do carro #8 manteve o padrão desde a época de Marússia na Fórmula 1. Padrão nada com coisa alguma, e com pilotagens discretas. Piloto de fundo de grid, mesmo estando em uma grande equipe com boa estrutura. Não esperem muita coisa do inglês na temporada quem está por iniciar.

Scott Dixon: O Tetra Campeão da categoria inicia uma nova fase. Sem o apoio da Target - Empresa no ramo de supermercados, que patrocinará apenas um carro na Nascar e saiu da IndyCar de vez, após 27 anos- Dixon terá um 'novo' carro. Mas perspectivas para ele, no momento são uma incógnita. Com os carros da Ganassi trocando a Chevy pela Honda*, o Neozelandês deverá ter um rítimo de corrida mais lento. Porém, ele é conhecido como o piloto que 'mita' nas estratégias de prova/ combustível, juntamente com seu estrategista Mike Hull. Se darão liga novamente, não se sabe. Mas independente das circunstâncias, jamais descarte Dixon de qualquer coisa.

Tony Kanaan: O campeão da IndyCar em 2004, e campeão da #Indy500 de 2013 pela KV Racing Tecnology*, partirá para o terceiro ano na Chip Ganassi. As expectativas de Tony, bem como as de Dixon são imprevisíveis. E assim como Scott, jamais descarte o rei das relargadas. Não afirmar que lutará por título é uma boa, mas por vitórias sim. Especialmente nas 500 milhas de Indianápolis.

Charlie Kimball: O piloto do #83 que até hoje venceu apenas uma prova da IndyCar, dificilmente terá um novo trunfo em 2017. Conhecido pelas suas barberagens e fanfarronices na pistas, o 'Racer With Insulin' não deverá aparecer no bloco da frente. Dependendo de sua sorte, pode beliscar um top-5 na temporada. Mas nada além disso.

Andretti Autosport:

A equipe de Michael Andretti teve um ano discreto, onde lutou por alguns pódios e com todos os seus quatro pilotos terminando o campeonato atrás de Charlie 'insano' Kimball, o que prova tamanha ruindade da equipe na temporada. Porém nas 500 milhas de Indianápolis a história sempre é diferente. Conseguiram uma dobradinha com Alexander Rossi Carlos Muñoz em 2016, além de Hunter-Reay e Townsend Bell sempre estarem entre os ponteiros, até cometerem uma trapalhada nos pits. Esse é o motivo da equipe ainda não ser considerada equipe média. Em Indianápolis, os bólidos sempre vem forte. Ao menos para a corrida no oval consagrado de Indianápolis.

Pilotos:
TAKUMA SATO (JAP) – #26 – ANDRETTI/PANASONIC – HONDA

MARCO ANDRETTI - (EUA) – #27 – ANDRETTI/MUTUAL OF OMAHA/NEW COLA/FIBER DATA– HONDA

RYAN HUNTER-REAY (EUA) – #28 – ANDRETTI/DHL – HONDA

ALEXANDER ROSSI (EUA) – #98 – ANDRETTI/NAPA AUTO PARTS/CASTROL/CURB – HONDA

Takuma Sato: De casa nova, Takuma Voador estreará na Andretti. Após três anos na A.J. Foyt Racing, o piloto nipônico migrou para outra equipe. Isso porque na A.J., foi decretada a mudança de seus carros de Honda para a Chevrolet. O Samurai Voador saiu por isso, e com o aval da mesma Honda - que basicamente o banca na categoria -, Sato chega em sua equipe com pretenções de se firmar num top-10. Mas para isso dependerá de evoluções dentro da equipe para tal. Se virão ou não, já é outra história. No momento Takuma deverá se encontrar no bloco intermediário da categoria, e no máximo brigar por top-5 nas 500 milhas de Indianápolis ou uma ou outra etapa.

Marco Andretti: Filho de Michael, Marco que nunca deslanchou na categoria salvo sua vitória em Sonoma há cerca de 10 anos, e um vice na Indy500. Dificilmente terá destaque positivo, salvo uma nova boa aparição no oval do Indianápolis Motor Speedway.

Ryan Hunter Reay: Campeão da Fórmula Indy em 2012, Ryan teve uma temporada de lampejos, muito em função de seu equipamento não ser dos melhores. RHR assim como seus companheiros de equipe, deverá ter um bom desempenho apenas nas 500 milhas de Indianápolis, e se for isso, estará muito bom para ele, que foi campeão da #Indy500 em 2013.

Alexander Rossi: O atual campeão da Indy 500, se manteve na equipe. Originalmente seu carro pertencia à Bryan Hertha, ex-piloto da categoria. O qual acabou fazendo uma parceria com a Andretti, e poder sustentar-se na categoria. Deu certo. Ainda mais para o pessoa que tem o atual campeão da prova mais emocionante do planeta. Em 2017 eles podem repetir a dose, mas apenas em Indianápolis. Fora isso, deverá andar do meio para trás do pelotão.

Rahal Letterman Laningan

Piloto:
GRAHAM RAHAL - HONDA/STEAK N' SNAKE/MI-JACK

A Rahal Letterman Lanigan Racing repetiu o bom desempenho de 2015, em 2016. Mas grande parte do passo para a equipe ser melhor, pesa no fator 'carro único' Ter apenas um bólido em uma categoria como a Indy, pode estragar o desenvolvimento da equipe na temporada. Se houver um acidente, toque com outro piloto ou falha mecânica, pode jogar etapas no lixo, e complicar a mudança de patamar da RLL. Graham Rahal a bordo de seu Honda #15, se mostra competitivo com equipamento modesto em relação à Penske, Ganassi e Andretti.

Ed Carpenter Racing

Pilotos:
SPENCER PIGOT/ED CARPENTER (EUA) – #20 – CARPENTER/FUZZY'S VODKA – CHEVROLET

JR HILDEBRAND (EUA) – #21 – CARPENTER/FUZZY'S VODKA – CHEVROLET

Na última temporada, a Ed Carpenter Racing  teve em Josef Newgarden a bordo do #21, momentos em que a equipe brigou por vitórias, enquanto o #20 vivia o meio ou o fundo do grid enquanto guiado por Spencer Pigot nos mistos e Ed Carpenter nos ovais. Muito embora Ed tenha em dois dos últimos três anos, o pole da Indy 500.

Spencer Pigot: Ele será piloto apenas de provas em circuitos mistos. O norte americano guiará o #20, por motivos de que Ed Carpenter é ruim de braço nos mistos. Mais na base da estrégia, o carro pode surpreender nos mistos. Mas nos ovais, ele deve incomodar as equipes grandes.

Ed Carpenter: O dono da equipe, competirá apenas em ovais. É considerado especialista em circuitos ovais. Pode ser de 1,0, 1,5, ou 2,5 milhas, Carpenter manja dos paranauês. Mas nos mistos, ele é ruim demais. Tanto que Pigot pilotará o carro nas provas em road courses. Enquanto estiver pilotando, irá brigar por top-5, especialmente em Indianápolis. Quintal de sua casa, literalmente. Pois Ed é morador da cidade e mora bem próximo ao Indianápolis Motor Speedway.

JR Hildebrand: Também conhecido como WalldeBrand - devido a bater no muro da Indy500, na última curva da última volta da corrida, e perdendo a corrida mais imperdível do século XXI, depois da Toyota ter perdido a vitória nas 24 Horas De Le Mans -, JR retorna para uma nova temporada regular na categoria. A bordo do #21, não deverá ser muito competitivo. Não a ponto de brigar por vitórias. É típico piloto para andar do bloco intermediário para trás.

Schmidt-Peterson Motorsports 
A Schmidt-Peterson Motorsports quase não mudou nos últimos anos. Os resultados foram praticamente os mesmos. A principal diferença para a equipe entre 2015 e 2016 foi a presença de James Hinchcliffe, que quase morreu nos treinos para as 500 Milhas De Indy, e perdeu o restante da temporada de 2015. Hinch voltou em 2016, e a equipe teve bons momentos, principalmente nos ovais do Texas e em Indianápolis. Mas não avançou evoluiu o suficiente para subir de patamar. É equipe de meio do grid.

Pilotos:
JAMES HINCHCLIFFE (CAN) – #5 – SCHMIDT PETERSON/ARROW/PETROCANADA– HONDA

MIKHAIL ALESHIN (RUS) – #7 – SCHMIDT PETERSON/SMP RACING – HONDA

James Hinchcliffe: Um dos pilotos mais queridos do grid, guiará novamente o carro #5. Hinch foi pole em 2016 das 500 Milhas De Indianápolis, e dos 600 km do Texas. Deve andar bem novamentes nas provas citadas acima, e beliscar um top-5 em uma ou outra prova. Mas tudo indica que no geral, deverá andar no bloco intermediário do grid.

Mikhail Aleshin: O russo que quase não pôde estar na temporada 2017 da IndyCar, seguirá na SPM em 2017. Devido a treta com Trump/Investidores estrangeiros, na qual tenta evitar investidores estrangeiros, e impulsionar maior injeção financeira das empresas norte americanas, Aleshin quase perdeu sua vaga no grid. Mas ele seguirá na categoria a bordo do #7. Mikhail foi pole nas 500 milhas de Pocono no ano passado, e quando têm um acerto que lhe proporcione andar bem, ele senta a bota, o que é raro. Mas deve arrumar top-5 ou top-7 apenas nos ovais. Nos mistos o carro não ajuda. Deve beliscar um top-15 na classificação geral, e beliscar por um ou outro top-5. Mas dependerá além de tudo dar certo, de um pouco de sorte.

AJ Foyt Racing

Pilotos:
CONOR DALY (EUA) – #4 – FOYT/ABC SUPPLY ENTERPRISES – CHEVROLET

CARLOS MUÑOZ (COL) – #14 – FOYT /ABC SUPPLY ENTERPRISES  – CHEVROLET

Enjoado e entristecido com os pífios desempenhos de Takuma Sato, Jack Hawksworth e equipamentos fracos da Honda, A.J. Foyt resolveu modificar tudo. Os carros agora são equipados pela Chevrolet, e sairam Sato e Hawk. Entram os bons pilotos Carlos Muñoz e Conor Daly. Espera- se um ano melhor, do que ser equipe de fim de grid. Bloco intermediário e brigar por top-10 é o esperado.

Carlos Muñoz: Após uma pole e uma vitória na Andretti Autosport em 4 anos, além de dois segundos lugares na Indy 500, o mexicano trocou de equipe. Sai do #26 da Andretti e migra para o #14 da A.J Foyt. Deve seguir como na Andretti, no bloco intermediário.

Conor Daly: Após bom desempenho em 2016 pela pior equipe do Grid - Dale Coyne -, Conor saiu de underdog na Coyne, e será piloto da temporada integral da Indy. Guiando o carro #4, se espera alguns top-10 dele. E assim como Muñoz, deve rondar o meio do grid e da tabela.

Dale Coyne Racing

A Dale Coyne sempre teve uma estratégia clara: Competir com um piloto fixo a temporada toda, e com patrocínio, e o outro carro sendo leiloado na temporada
Conor Daly se mostrou algumas vezes competitivo na briga pelas primeiras posições mas foram raras essas. No fim das contas, Eles tinham na maioria das vezes, seus pilotos no final do grid. Agora em 2017, a equipe terá doia pilotos de forma fixa. O Tetracampeão da Champcar e ex-piloto de Fórmula 1, Sebastién Bourdais, e o jovem piloto inglês e campeão da Indy Lights (Categoria de Acesso da IndyCar), Ed Jones. Mas com equipamentos Honda, e um desenvolvimento fraco em seus acertos, as perspectivas da equipe sair do fim do grid, são pequenas.

Pilotos:
ED JONES (ING) – #18 – DALE COYNE/SCOUTING– HONDA

SEBASTIÉN BOURDAIS (FRA) – #19 – DALE COYNE/SONNY'S BAR – HONDA

Ed Jones: O Inglês vai para sua primeira temporada integral na categoria, mas sabe que não terá vida fácil. Se terminar as etapas, será um feito e tanto. Pois sabe que o carro não ajuda e quebra de forma muito fácil. Ele está no grid para tentar mostrar um potencial que o leve para uma equipr melhor no futuro.

Sebastién Bourdais: O francês que já foi considerado um dos melhores pilotos do mundo, hoje vive uma realidade agonizante. Bourdais não tem um patrocinador poupudo para lhe colocar numa equipe melhor, e após ver a KV Racing falir, encontrou apenas vaga na Dale Coyne. Ou era isso, ou não teria vaga na temporada integral. É o caso de "É o que temos para hoje!". Deve agonizar no final do pelotão, e pode em uma ou outra prova surpreender. Mas a expectativa é de uma temporada medonha para ele.

* Honda - Ganassi: De forma $urpreendente e comercial, a Chip Ganassi mudou de equipamento. Sai Chevrolet e entra a Honda. Questionável troca, mas que pode ser explicada no fator Target. A empresa os largou, e a grana que a Honda ofereceu deve de alguma amenizar a saída do patrocinador. Até que ponto isso afetará? Só acompanhando a temporada para saber.

* KV: A KV Racing Tecnology faliu. Kevin Kalkhoven que era um dos donos da equipe, teve prejuízos em suas empresas e cortou a grana da Indy. Jimmy Vasser não tinha de onde tirar dinheiro para a equipe, e se viu obrigado a anunciar a falência da equipe. Parte da equipe foi arrendada para a Juncos Racing, que disputará a Indy 500.

Então é isso pessoal! Dissecado o grid, aguardemos agora o início da temporada. Dia 12 de março teremos a abertura da Verizon IndyCar Series 2017, com o Grande Prêmio de St. Petesburg. Band e Bandsports mostrarão a temporada, sendo 6-7 etapas no canal aberto, e o restante da temporada no canal por assinatura do Grupo Bandeirantes. E claro, todas as 19 etapas, terão cobertura do Vai Que Tô Te Vendo!










Foto: Reprodução/IndyCar

por: Leonardo Bueno

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