Festa na Favela! Flamengo bate por 3 a 1 a Universidad Católica

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   Vencer em casa era uma obrigação, porém é feito com naturalidade pelo time do Flamengo frente a sua imensa e apaixonada torcida. Podem fazer festa na Favela! pois somos o time da massa, do povão, e nos orgulhamos. Frente a um Maracanã com 61 mil torcedores, o Mengão luta, briga, joga a Libertadores como ela é: com garra para conseguir uma estrondosa vitória por 3 a 1 nessa Quarta. Gols de Rodinei, Guerrero e Trauco. Agora, lidera o grupo com 9 pontos.
   O primeiro tempo começou com o panorama esperado: pressão, sufoco rubro-negro contra os chilenos acuados. Guerrero bateu uma linda falta com Toselli só torcendo e vendo a bola passar a direita do gol. O goleiro chileno ainda operaria um verdadeiro milagre com o pé, frente a frente com o jogador peruano. Antes, Fluentes perdeu um gol incrível cara a cara com Muralha, chutando para fora, quando o arqueiro já caia para o outro lado. Guerrero, dono de 9 finalizações só no primeiro tempo, ainda chutou para defensa no cantinho de Toselli, nome do primeiro tempo, que garantiu o empate por 0 a 0 na primeira etapa.
   Depois da entrada de Rodinei no lugar do apagado Mancuello, o segundo tempo mal começou e parecia como no jogo contra o San Lorenzo, na estreia. Falta sofrida por Guerrero, na entrada da área: ele bateu, a bola bateu no Arão que estava na barreira e sobrou limpa para um chute perfeito, no contra-pé do goleiro, de Rodinei: estrela de Zé brilhou e vantagem rubro-negra. Rodinei e Pará sobravam pelo aquele lado, o gol do polivalente e incrível Guerreiro não queria sair, até que quando o jogo parecia controlado, num cruzamento da direita, Vaz não cortou, e na sua costas, Santiago Silva marcou de cabeça de novo, para empatar o jogo. Era hora de "remar" de novo para ter a vantagem em casa. Guerrero finalizou mais de 10 finalizações, mas a bola não entrava. Até que Guerrero recebeu na área, girou e chute entre as pernas do Chileno para balançar as redes e levantar a massa, que foi ao delírio. Trauco, jogando de meia depois da entrada de Renê, ainda brigaria com os defensores rivais no final do jogo e, na base na luta, aos 41 minutos da etapa final, daria números finais ao jogo: 3 a 1 e festa na favela, emoção da torcida no estádio Mário Filho.



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