Pós-Jogo de Barcelona - EQU 1x0 Palmeiras

21:05:00

Nós Palmeirenses acordamos aborrecidos com a derrota do Palmeiras. Foi injusta, apesar do irrisório segundo tempo. Se no primeiro tempo o Verdão se portou bem, não sotreu riscos, e finalizou três vezes a gol ( Dudu 1 vez e Willian 2 vezes), sendo que em uma delas, o goleiro rival evitou o gol de Willian. Bigodón que a 2' havia tentado um gol por cobertura, e que foi o maior sintoma do Palestra no jogo. Pois se na primeira etapa o camisa 29 foi intenso em suas movimentações defensivas e ofensivas, na etapa final ele teve uma finalizaçâo que quase culminou em gol. Mas foi apenas isso que ele e a equipe palestrina produziram. Diante de um pobre Barcelona que vivia de jogas de linha de fundo e cruzamentos, além de cobranças de escanteios e faltas na área. Equipe mandante sem uma boa criação de jogadas, muito limitada e pouco incomodada esteve, sobretudo no segundo tempo.

Juninho improvisado como lateral esquerdo, irritou a torcida e a mim. Mas a culpa não é apenas dele. Cuca quem o escalou, e da diretoria que não contratou um lateral esquerdo/ repatriou lateral esquerdo, para desempenhar melhor papel em campo. Mas o que mais me incomodou, e para muitos que também se irritaram, foi o aspecto defensivo do Palmeiras na etapa complementar: RECUO EXAGERADO. Não que o adversário tenha sido perfeito, encurralado o Porco, ou algo do tipo. Mas o fato do Palmeiras aceitar uma pressão xexelenta, a qual o Palestra caso estivesse com mais tezão em jogar com a bola nos pés, e buscando marcar ao menos um gol, não ocorreria.

No segundo tempo, houveram apenas duas chances de gol para o Barça genérico: Aos 2', após escanteio/casquinha que terminou em grande defesa de Fernando Prass, e o gol aos 46'.

Gol sofrido, gol cagado, gol dolorido. Com desvio infeliz de Bruno Henrique após um chute de Álvez. Preço que se paga por um recuo que mesmo com entradas de Michel Bastos, Róger Guedes e Keno, não conseguiu ser revertido.

Agregando também sobre noso camisa 12 na Libertadores, vulgo Miguel Borja, ao qual lhes peço qie não o julguem como o pior jogador do mundo. Ele têm claramente se esforçado para ser mais útil a equipe, diante de um esquema de jogo que ele NÃO SE ENCAIXA. Borja é técnico sim, mas DENTRO DA GRANDE ÁREA. Fazer dele um jogador móvel o complica, pois ele é um definidor. A grosso modo: Imaginem o Barrios no seu auge, jogando como centroavante móvel, e voltando para marcar. Não daria certo, pois Barrios é um cara de pivô, dois ou três toques na bola, mais o gol. Deu para compreenderem? E saibam que o exemplo citado, é cabível ao Borja. Forçar um atleta a fazer o que ele nunca fez na carreira e distante de onde pode render, quase sempre nâo dá certo.

Esperamos que dê certo mesmo, a remontada no placar na partida de volta da Libertadores, no dia 9 de agosto. Mas até lá, temos Copa Do Brasil e Campeonato Brasileiro na jogada. Reagir é preciso, e o quanto antes a reação ocorrer, melhor será para toda a nação alviverde.

FICHA TÉCNICA
BARCELONA - EQU 1 X 0 PALMEIRAS
Local: Estádio Monumental Isidro Romero Carbo, em Guiaquil-EQU
Data: 5 de julho de 2017, quarta-feira

Horário: 21h45 (de Brasília)

Árbitro: Patricio Losteau (ARG)
Assistentes: Diego Bonfa (ARG) e Gustavo Rossi (ARG)

Cartões amarelos: Pineida, Valencia e Diaz (BCN); Zé Roberto, Juninho e Tchê Tchê (PAL)

Gols:
BARCELONA: Alvez, aos 46 minutos do 2º Tempo

BARCELONA: Banguera; Velasco, Aimar, Arreaga e Pineida (Valencia); Minda (Castillo), Oyola e Diaz; Esterilla Alvez, Ayovi (Vera)
Técnico: Guillermo Almada

PALMEIRAS: Fernando Prass; Tchê Tchê, Mina, Luan e Juninho; Thiago Santos e Bruno Henrique; Willian, Zé Roberto (Roger Guedes) e Dudu (Michel Bastos); Borja (Keno)
Técnico: Cuca






Foto: AFP









por: Leonardo Bueno

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