Somente milagre tira o tetracampeonato de Hamilton na F1

16:52:00

Lewis Hamilton abriu 59 pontos de vantagem para Sebastian Vettel, após o triunfo maiúsculo em Suzuka. Com uma das poles mais incríveis da história da categoria (71 na carreira), sendo o único a cravar na casa de 1min e 27 segs, Lewis deu mostras que diferentemente da Malásia, a Mercedes - por parte dele - dominaria a corrida.

Dito e feito. Hamilton sobrou durante a prova, e mesmo quando Max Verstappen tentou se aproximar, mostrou que poupava equipamento mesmo diante do trafégo, e que se não houvesse quebras no #44, o britânico rumaria para mais uma vitória incontestável.

E porquê a Mercedes doutrinou apenas por parte de Hamilton? Porque Valtteri Bottas definitivamente assumiu o papel de segundo piloto na equipe, e desde a segunda metade da temporada - coincidentemente quando seu contrato foi renovado -, passou a pilotar muito abaixo de seu potencial, e mesmo andando próximo à 'Luiz Amilton', não mostrou em nenhum momento da fase derradeira da F1 em 2017, rítimo o suficiente para ao menos acompanhar seu companheiro de equipe.

Bottas me decepcionou após uma boa primeira parte de campeonato, e caiu vertiginosamente de desempenho. Muto embora tenha largado com penalidade de cinco posições no grid, por causa de uma troca ilegal em peças do câmbio, o piloto do #77 chegou apenas em quarto, já que não teve ímpeto suficiente para ao menos se aproximar do terceiro colocado, Daniel Ricciardo. Mesmo diante de um desempenho opaco, Bottas pode ser vice campeão mundial, já que sua diferença para Vettel vem diminuindo, e o finlandês pode alcançar o alemão da Ferrari nas quatro provas que virão.

Daniel Ricciardo, constante como poucos e mesmo sem um exuberante carro, têm sigo o melhor do resto, superando o ridículo Kimi Raikkönen na classificação, se mantém num honroso quarto lugar na classificação geral, e novamente fez uma corrida segura no Japão.

Falando em constância, Seb Vettel deixou de tê-lá desde a catastrófica largada do GP de Singapura. A Ferrari não teve rítimo bom em Monza, é fato. Mas teve chances reais de vitórias na sequência Singaporiana e na Malásia.   Japão nem tanto. Mas o próprio Vettel errou, a equipe Ferrari errou, e a casa caiu em Maranello.

A turma do cavalinho italiano, perdeu nessa brincadeira, no mínimo 104 pontos, sendo 67 para Vettel. A diferença aumentou de vez com falhas no motor do piloto do #5. Kimi também teve problemas, principalmente na Malásia. Mas uma VELA do motor o alejar de pontos, é de doer. Em um carro de bilhões em investimento, esse tipo de problema é inadimissível. Não que problemas sejam admissíveis em um carro com potencial para ser campeão, mas sim uma vela jogar uma esperança mesmo que reduzida, pelo espaço.

Felipe Massa foi o décimo, tendo rítimo de corrida bem mequetrefe, diante de um equipamento de baixo desempenho, tendo que lutar a duras penas contra a carroça da Mclaren/Honda de Fernando Alonso.

Durante a semana, iremos explicar o que Hamiltom precisa para ser campeão, Vettel, Bottas e afims. Mas fica claro que a Ferrari jogou fora um campeonato qie prometia ser decidido ponto a ponto, e que no final se tornou um campeonato insosso.

Resumo da ópera: Diante da inconfiabilidade da Ferrari, e do melhor ano da carreira de Lewis Hamilton + equipe e equipamento confiáveis, somente um desastre tirará o tetracampeonato mundial de Hamilton. Se não for Estados Umidos, fatalmente será no México. Até pode ser aqui no Brasil, mas mesmo que isso ocorra, Hamilton e a Mercedes terão de ter azares nunca antes vistos na história do automobilismo.








Foto: Reprodução/F1












por: Leonardo Bueno

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