Fittipaldi, Albuquerque e Barbosa conquistam às 24 Horas De Daytona 2018

18:33:00

Entre os dias 28 e 29 de janeiro, tivemos a disputa das 24 Horas De Daytona. Uma prova muito interessante e acirrada em sua totalidade. Houveram muitas ultrapassagens, alguns entreveiros, muitos problemas mecânicos - algo natural numa prova de 24 horas - e dobradinha brasileira na classificação geral e classe Prototype (principal).

Para não ser um post cansativo, e haver um dinamismo interessante, faremos o resumo de cada uma das classes em separado. (Prototype, GT Daytona e GT Le Mans).

Começaremos pela Prototype, a qual houveram algumas estreias atraentes, como Fernando Alonso ,Felipe Nasr, Lance Stroll Lando Norris, Paul Di Resta entre outros. Alonso enfrentou problemas de freio e acelerador, que o impediram de brigar pela vitória durante seus stints. O que deixou-o junto de seus companheiros, apenas no 38º lugar.

Rene Van Der Zeeger/Jordan Taylor e Ryan Hunter-Reay que largaram na pole position, tiveram um stint inicial razoável. Mas acabaram perdendo espaço para os carros da Action Express #5 e 31, formados por Christian Fittipaldi, Fillipe Albuquerque e João Barbosa, e por Eric Curran, Mike Conway, Stuart Middleton e Felipe Nasr, respectivamente. Fazendo com o que o #10 da Wayne Taylor Racing caísse para a P3.

Durante a prova, o também Cadilac #10 teve QUATRO furos de pneu trazeiro direito, que acabaram sacramentando o abandono da equipe, por questões de segurança.

Após um domínio dos carros Penske/Acura (com Helio Castroneves chegando a liderar a carrera) durante a noite/madrugada, problemas em peças e aquecimento, removeram os carros #6 e #7 da disputa pela liderança.

O  Cadilac #5 reassumiu a lideranç e manteve constância em seu rítimo. A ponto de colocar duas voltas no segundo colocado, os quais eram os companheiros de equipe do #31 - que sofreram com problemas de superaquecimento no motor -, e perderam espaço. Tqnto que couberam a Barbosa e Apnuquerque administrarem equipamento, a ponto de se permitirem perder uma volta de vantagem, para averiguar um possível superaquecimento.

Como a ordem foi para trazer o carro para a casa, Albuquerque admimistrou equipamento nas duas horas finais, e acabou conquistando a vitória, que havia escapado em 2017. O #31 chegou em segundo, consolidando a dobradinha da Action Express, o tri campeonato de João Barbosa e Christian Fittipaldi, além de uma excelente P2 para o estreante Felipe Nasr, que mesmo se emvolvendo em um toque com Castroneves, teve um rítimo muito bom em seus stints.

O terceiro lugar ficou com um inesperado Oreca 07 LMP2 da CORE Autosports, conduzido por Colin Braun/Jonathan Bennett/Romain Dumas/Loïc Duval, dando mostras da supremacia que os LMP2 entre os 10 primeiros, mesmo tendo como melhor classificado no overall um 3º colocado. A classe teve cinco Oreca's e o Ligier da United Autosports entre oa ponteiros. Ressalvas para os excelentes quinto posto do #78 da Jackie Chan DCR/Jota, os dois carros da JDC-Miller Motorsports ( da United Motorsport que fizeram um excelente trabalho. O #32 terminou em quarto com Bruno Senna a bordo) e a interessante estreia da Performance Tech no top-10. Os quatro DPi que terminaram mais bem classificados foram dois Cadillac DPi-V.R vencedores da Action Express e os dois Acura do Team Penske, que por sinal, (9º e 10º lugar para os dois carros da equipe) mostraram potencial e velocidade. Mas pagaram pelo novo equipamento do carro que contém problemas de confiabilidade. Mas serão um adversário a altura para enfrentarem os Cadillac's.

Quem também enfrentaram problemas, foram os dois Nissan DPi da Tequila Patrón ESM, que acabaram abandonando a disputa junto aos carros #2 e #22 - que Pipo Derani fazia parte e teve alejadas, as chances de luta por ao menos um pódio.

Parabéns a Action Express, aos brasileiros que fizeram 1-2, e em especial ao tri campeão da Rolex 24 H, Christian Fittipaldi.









Foto: Reprodução/Twitter














por: Leonardo Bueno

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