O Inter em chamas que venceu um Vasco congelado. +3 na conta

19:58:00
 E sim, o mérito é todo de Odair. Na hora de criticar ou cornetar é muito fácil, xingar, e pedir até a demissão do mesmo. Mas e reconhecer? Devemos, o quanto antes. Não podemos carregar amargura por nada ou quase nada no mundo. Reconhecer é um ato de nobreza tremenda e devemos sim reconhecer a bravura (mesmo que o discurso seja de obrigação por vestir o manto do maior time do estado) de todos em campo. A união é o emblema para vencer, junto com raça, futebol e paciência. 

Somos o Internacional! Foto: Ricardo Duarte/Internacional

 É bem verdade é que, depois do fatídico grenal o qual ocorreu a choradeira do outro lado desde o goleiro ao treinador do co-irmão, a postura de os jogadores e comissão foi ainda mais madura, e consciente que sim, podemos pensar GIGANTE, GIGANTE como o clube do povo e seu templo (casa própria, tá?). Nico Lopez atento ao jogo desde o início. E não é primeiro de abril. Porém: TORCEDORES, CALMA. MUITA CALMA. Tempo dirá sobre o merecimento de sua titularidade. Ou o próprio jogador. Quero falar um pouco de Patrick, que jogador senhores. Que jogador. O atleta mais regular do elenco desde sua primeira partida conosco. Fica aqui meu agradecimento ao campeão de 87 Sport. Patrick passando feito surfista prateado no gelo entre a defesa do Vasco deu um toque tão doce que até diabético ignora problema de glicose para recebê-lo, Nico abriu a conta. E não parou por aí.

  Lembra quando citei Patrick? Ele de novo em destaque, em cobrança de escanteio (logo ela terá destaque outra vez, espera só um pouco, já já eu falo) após uma cabeçada frustrada de Damião que não sei se foi desvio proposital ou se ele errou mesmo, pouco importa. Patrick tirou proveito e estufou outra a rede vascaina. Pobre Vasco... Pobre Vasco. E fim de primeiro tempo, o que mudou? Apenas a atitude do Vasco, e o Inter um pouco mais relaxado. E ai foi o erro da zaga colorada e uma colaboração de Lomba no chute de Andrey descontando em prol do cruz de malta. Acontece. E seguindo a cartilha, Inter continuou mirando o gol adversário. Camilo, tão criticado pela torcida, levando esporros por erros de passes e afins. Na bola parada, cobrança de escanteio (MAH OE, olha ela aqui novamente), crucial para o zagueiro Victor Cuesta sequer pular e colocar a cabeça pra fechar a conta. Agora é descanso? Nada disso, treinos e mais treinos. Recuperar os lesionados e buscar resultados positivos. É isto. Aproveitem bem a copa. DALE COLORADO.


                                                                                       Hugo Severo

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