Tá em má fase? Jogue contra o São Paulo no Allianz Parque.

14:53:00

Estar feliz pelo resultado é uma coisa. Mas estar satisfeito com o desempenho da equipe num todo? É outra completamemte diferente. Que é ótimo vencer, manter a freguesia no Allianz Parque e toda aquela zoação maravilhosa que o futebol proporciona, é indiscutível. Mas ainda alguns aspectos precisam ser cuidadosamente analisados e evoluídos.

Não quero ser chato. Longe disso. Irei ressaltar o bom e efetivo 2° tempo que o Palmeiras fez diante do até então, último invicto do Campeonato Brasileiro. Mas a etapa inicial, preocupou bastante o torcedor. Isso porque, os erros excessivos de meio campo, posicionamento e de passes vistos nas últimas partidas, foram notabilizados novamente nos 45 minutos iniciais.

A equipe alviverde não finalizou em gol na e viu o rival ser mais perigoso na parte inicial de jogo. O São Paulo pressionou? Não! Chegou em duaa oportunidades, sendo uma finalização de longa distância, e outra em um cabeceio. O gol em si foi uma falha total de Edu Dracena e Jaílson. Edu recuou a bola num cabeceio atabalhoado, e Jaílson não saiu com segurança - muito embora tenha sido atrapalhado por Marcos Guilherme -, e viu a bola passar por baixo de si e sofrer o gol.

Comentei em redes sociais, que o Palmeiras precisa contratar um psicólogo para jogadores e comissão técnica. Basta sofrer um gol, para a equipe entrar em desespero e os jogadores ficarem atônitos. E foi assim durante todo o primeiro tempo, e parte do segundo.


Os gols e uma resposta dos comandados de Roger Machado vieram na etapa final. Muitos se questionam sobre irregularidades nos gols. Aí entra a pífia atuação do trio de arbitragem. Desde os primeiros instantes de jogo, invertiam faltas e faziam más anulações de jogadas. Isso enervou claramente torcida e jogadores.

No gol de empate, o assistente Victor Hugo Imazu dos Santos não havia validado o gol regular de Willian. Se enrolou, e precisou o também fraco árbitro central, Rodolpho Toski, argumentar e definitivamente validar o gol.

Já no 2° tento, Willian acertou um belo chute no ângulo e virou a partida. O camisa 29 estava em impedimento, e estava na mesma linha do bandeirinha. A questão é: NINGUÉM DA ARBITRAGEM VIU que a bola dividida, tocou por último em Hyoran, e sobrou para Bigodón marcar.

No 3° gol, houve irregularidade por parte de uma lentidão da zaga rival. No primeiro lance após o gol da virada, o Palmeiras foi muito inteligente  em acelerar a jogada com Hyoran, após Willian desarmar Militão e Moisés fazer um lançamento primoroso para Hyoran. O camisa #28 cruzou/deu assistência na medida, e Dudu marcou o gol que sacramentou mais um triunfo no Brasileirão.


Houveram sinais de guerra. Diogo Barbosa e Moisés (que tiveram boas atuações na etapa final), saíram por dores musculares. Já Mayke, com dores fortes, se arrastou em campo por não ter mais alterações possíveis. Já que as três substituições haviam sido efetuadas. Torcer e aguardar por recuperações dos três.


O rival tira sarro do tabú de não vencerem há mais de 15 anos no estádio deles. Já o Palmeiras, não é superado pelo rival há 12 anos em seu estádio, jamais foi superado na era Allianz Parque, e leva um sonoro placar agregado de 21x4. Sete partidas, sete vitórias, e há quem peça o CPF na nota.


Se for o Palmeiras do primeiro tempo do Choque-Rei, a equipe se recuperará mais ainda diante do Grêmio, em Porto Alegre. Valeu a vitória. Fica a torcida pela sequência em recuperação.



Data: 2 de junho de 2018, sábado

Horário: 21h (de Brasília)

Local: Allianz Parque, em São Paulo (SP)

Público: 32.841

Renda: R$ 2.172.298,88

Árbitro: Rodolpho Toski Marques (PR)

Assistentes: Bruno Boschilia e Victor Hugo Imazu dos Santos (PR)

Cartões amarelos: Felipe Melo e Dudu (Palmeiras); Anderson Martins, Militão, Bruno Alves e Nenê (São Paulo)

Gols: Marcos Guilherme, aos 31 minutos do 1º tempo; Willian, aos 10 e aos 21 minutos, e Dudu, aos 23 minutos do 2º tempo.

PALMEIRAS: Jailson; Mayke, Antônio Carlos, Edu Dracena e Diogo Barbosa (Victor Luís); Bruno Henrique e Felipe Melo; Keno (Hyoran), Moisés (Thiago Santos) e Dudu; Willian. Técnico: Roger Machado

SÃO PAULO: Sidão; Militão, Bruno Alves, Anderson Martins e Reinaldo (Liziero); Jucilei e Hudson (Petros); Marcos Guilherme (Paulinho), Nenê e Éverton; Diego Souza. Técnico: Diego Aguirre








Foto: Cesar Greco/Flickr Palmeiras










por: Leonardo Bueno



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