Stock Car
Os pilotos dão suas primeiras impressões para o fim de semana de corridas da Stock Car em Interlagos
A segunda etapa da Stock Car acontece neste fim de semana em Interlagos e já nessa sexta, 21, aconteceram as primeiras atividades de pista. Veja as primeiras impressões dos pilotos.
Bruno Baptista, RCM Motorsport, Toyota:
“É difícil falar que o carro está bom, porque eu acho que teve gente que passou pneu novo. Então, é complicado saber onde estamos, mas acho que temos de fazer nosso trabalho. Temos que melhorar nossos carros. O carro não está, assim, perfeito. Em Goiânia, a gente já tinha um carro melhor no começo. Vamos ter de trabalhar bastante para ter um resultado positivo no sábado.”
Thiago Camilo, Ipiranga Racing/A Mattheis, Toyota:
“Todo muito ainda vai evoluir muito no entendimento do carro, mas amanhã já temos classificação, e o fato de termos partido de um bom acerto é fundamental. Acho que vamos levar isso para o resto do ano. Cada pequeno ajuste que fizemos, o carro foi melhorando. Não precisamos mudar radicalmente nada do que havíamos pensado em relação às reações do carro, andamos sempre no que projetamos como a direção certa, e na minha última volta rápida botamos tudo o que testamos no carro e ele andou bem demais. Começamos bem, até de forma inesperada. Mesmo com 25 kg de lastro, conseguimos liderar e colocar 0s3 (três décimos) sobre o segundo colocado. Por outro lado, não quer dizer muita coisa. Hoje é sexta-feira, e durante o fim de semana as coisas mudam muito, todo mundo deve evoluir. Por isso, para disputar lá na frente, também precisamos seguir evoluindo.”
Julio Campos, Lubrax Podium/TMG Racing, Chevrolet:
“Saímos com pneu bem velho para o treino livre e logo trocamos ainda no início por um melhor. Aproveitamos ao máximo o tempo de pista e conseguimos ter uma boa leitura das reações do carro. Vamos continuar trabalhando no desenvolvimento para melhorar ainda mais para a classificação e para as corridas de domingo.”
Felipe Massa, Lubrax Podium/TMG Racing, Chevrolet:
“Ainda estamos tentando entender o balanço do carro e os pneus novos da categoria, mas eu achei o carro equilibrado. Foi sem dúvida um dia positivo para entender as reações do carro e sabemos que ainda temos espaço para melhorar. Vamos trabalhar para ganhar décimos importantes na classificação.”
Cacá Bueno, KTF Sports, Chevrolet:
“Com pneus usados, a gente estava entre os cinco primeiros, o que mostra exatamente o que aconteceu em Goiânia: o ritmo de corrida muito forte, minha volta mais rápida na corrida foi 1,5 segundo mais lenta que a volta mais rápida, então muito perto dos carros mais rápidos. Só que na classificação, estou há 0,6 segundo. E hoje aqui aconteceu a mesma coisa. Na hora que os rivais colocam pneus mais novos eles se distanciam muito e a gente cai. Alguns carros já andaram bem. Eu acho que ninguém está trabalhando em um nível ideal, está todo mundo conhecendo os pneus. Mas os tempos estão muito próximos dos pneus do ano passado, mesmo sem conhecer estes compostos. Então tem potencial para virar ainda mais rápido. Falta conhecer mais”, seguiu Cacá. O carro de agora não tem nada a ver com o que chegou ontem, que estava bem longe do acerto. Mexemos muita coisa e acertamos muita coisa. Algumas equipes conseguiram adivinhar ou casaram melhor a condição do pneu. A gente está do meio para a frente. Com mais dois ou três décimos, estaremos na briga.”
Rafael Martins, Crown TMG, Toyota:
“Foi meu primeiro dia, primeiro dia dentro do carro, primeiro dia dentro da pista. Estou muito feliz, muito feliz mesmo. Agradeço pela oportunidade, junto com o Nelsinho. Não tenho nem como agradecer. Nunca vi alguém dar uma oportunidade como essa para um novato, para um rookie. Estou muito contente e feliz. Acho que o primeiro dia foi positivo. Estamos contentes com a velocidade e vamos trabalhar para os próximos dias.”
Gabriel Casagrande, A Mattheis Vogel, Chevrolet:
“Foi um dia positivo aqui em Interlagos. Estava bem difícil de conseguirmos acertar as freadas por contas de algumas modificações feitas no carro, mas no final foi bom. Temos que ter um pouco de paciência, andamos com pneus que não estavam nas melhores condições e isso nos deixa muito animados, mas vamos continuar com os pés no chão. Amanhã temos mais um treino livre para desenvolvermos mais um pouco e vamos focar em fazer uma boa classificação, obter um bom tempo de volta para largarmos na frente. Essa é a nossa meta pra depois fazermos uma corrida muito boa”
Enzo Elias, Crown TMG, Toyota:
“A gente só fez um treino. Então, é complicado. A gente está contente com a velocidade do carro. Estou me entendendo agora com esse acerto que a gente montou para Interlagos. Um treino apenas é muito pouco tempo. A gente mexeu bastante no carro, desenvolveu muito. Temos muitos dados para analisar, já começamos melhor do que em Goiânia. Então, acredito que a gente só tenha a crescer a partir de agora.”
Ricardo Zonta, RCM Motorsport, Toyota:
“Esse treino serviu muito para a gente direcionar o caminho para evoluir o carro. A gente tinha um carro muito rápido lá em Goiânia. E aqui, com a mudança da asa traseira, fez com que a gente perdesse a nossa base muito boa. Então, a gente trabalhou bastante nesse treino para tentar fixar os problemas que o carro apresentou com a mudança. Estamos muito otimistas, porque o caminho foi traçado. Então isso é bom para o próximo treino. A gente já tem um caminho.”
Átila Abreu, Pole Motorsport, Chevrolet:
“Como essa asa é muito menor, o carro ficou muito mais traseiro e muito mais difícil de guiar. Voltou a ser aquele carro da temporada passada. A gente fez alguns detalhes para tentar melhorar isso. Com o pneu velho ainda não me senti confortável, mas de pneu novo, o carro respondeu um pouco melhor, em questão de borracha, temperatura, como esquentar o pneu. E acho que vai ser bom trocar informação com meu companheiro de equipe. Mesmo assim o carro se mostrou competitivo, apesar de ser ruim de guiar por causa da asa. E deve ser ruim para todo mundo.
Agora de reta o carro está muito ruim, não é? O carro continua vibrando muito na reta. E quando você olha as velocidades máximas, estamos perdendo muito em relação aos adversários. E quando você olha o trecho do miolo, não sou melhor que eles. Porque poderia ter uma compensação. Então para entender isso um pouco, temos de olhar o desempenho do meu companheiro de equipe. Sinto o carro vibrar bastante. Acho que é alguma outra coisa que está nos prejudicando. Vamos terminar os treinos, analisar os gráficos para tomar a decisão do que fazer. O importante é que acho que está competitivo e agora é aproveitar esta sexta, escolher as informações para estar melhor no sábado. Muita gente passou pneu novo, porque o horário do treino era mais parecido com o da classificação. No sábado, o treino é muito cedo, então talvez tenha umas diferenças. É muito mais olhar pela nossa sensação do que tempo de volta.”
